Turismo de Saúde e Bem-estar necessita de articulação

Foto: Joana Sousa/ASPRESS

É uma certeza do presidente da Associação Portuguesa de Saúde e Bem-Estar - APTSBE: “Existe a necessidade de articulação entre partnes privados e públicos do turismo de saúde e bem-estar, a que se devem juntar as unidades hoteleiras.” João Viegas Fernandes falava, ontem, na apresentação da Associação, o que aconteceu no âmbito do seminário Turismo de Saúde e Bem-Estar, que hoje termina no Funchal.

Mas, diagnosticou o mesmo responsável da APTSBE, “temos um grande problema: partimos tarde e temos dificuldade em trabalhar em equipa.”

João Viegas Fernandes refere-se ao facto de várias regiões turísticas portuguesas terem vindo a perder quota de mercado, na área de turismo referida, ao que não será alheia a posta fortíssima que destinos concorrentes fizeram. São exemplos Canárias, Andaluzia, Catalunha e países como a Tunísia e a Turquia.

Segundo o artigo 2º dos Estatutos, são finalidades da Associação são as seguintes:

“n Representar as empresas, as instituições e os profissionais que em Portugal desempenham actividades no âmbito do Turismo de Saúde e Bem-Estar: Turismo Médico, Turismo Estético, Talassoterapia, Termalismo, SPA’s;

n Contribuir para o desenvolvimento e para a melhoria da qualidade e segurança de todos os produtos de Turismo de Saúde e Bem-Estar, em Portugal;

n Representar este sector turístico junto das entidades e das instituições públicas portuguesas;

n Representar o sector português de Turismo de Saúde e Bem-Estar junto de associações congéneres estrangeiras;

n Desenvolver uma network que articule os vários produtos de Turismo de Saúde e Bem-Estar em Portugal;

n Criar sistemas de normalização e de certificação de qualidade e de segurança dos produtos de Turismo de Saúde e Bem-Estar em Portugal;

n Incrementar a cooperação no âmbito do Turismo de Saúde e Bem-Estar entre todos os Países”

 

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