• warning: Invalid argument supplied for foreach() in /jet/app/www/turismo/nodestream/profiles/nodestream/modules/views/plugins/views_plugin_query_default.inc on line 920.
  • warning: Invalid argument supplied for foreach() in /jet/app/www/turismo/nodestream/profiles/nodestream/modules/views/plugins/views_plugin_query_default.inc on line 996.
  • warning: Invalid argument supplied for foreach() in /jet/app/www/turismo/nodestream/profiles/nodestream/modules/views/plugins/views_plugin_query_default.inc on line 920.
  • user warning: You have an error in your SQL syntax; check the manual that corresponds to your MySQL server version for the right syntax to use near 'FROM node node LEFT JOIN content_field_ns_article_anexo node_data_field_ns_art' at line 2 query: SELECT FROM node node LEFT JOIN content_field_ns_article_anexo node_data_field_ns_article_anexo ON node.vid = node_data_field_ns_article_anexo.vid LEFT JOIN node node_node_data_field_ns_article_anexo ON node_data_field_ns_article_anexo.field_ns_article_anexo_nid = node_node_data_field_ns_article_anexo.nid WHERE (node_node_data_field_ns_article_anexo.status = 1) AND (node.nid = 13446 ) in /jet/app/www/turismo/nodestream/profiles/nodestream/modules/views/plugins/views_plugin_query_default.inc on line 1146.

Falência da Thomas Cook preocupa hoteleiros madeirenses

 Mesmo que, como garantiu a secretária regional do Turismo esta segunda-feira, a falência da operadora turística Thomas Cook tenha um impacto reduzido no destino Madeira, os grupos hoteleiros da Região observam a situação com alguma preocupação.Ao DIÁRIO, Sérgio Costa, director do grupo Four Views revelou que o operador representa cerca de 15% da ocupação global da cadeia hoteleira: “Estamos muito preocupados porque não é só o que se está a passar em termos de actuais e, até, possíveis futuros cancelamentos, mas também a dívida que a Thomas Cook nos deixa. Dos mercados todos: Thomas Cook britânica, a chamada Continental – Alemanha, Países Baixos, Áustria, Polónia ou Escandinávia, que também é uma operação forte e para nós bastante importante”, explica.Apesar de preferir não divulgar a dívida que o grupo herda com o colapso da thomas Cook, por serem números confidenciais, o director-geral do grupo Four Views conta que “neste momento ainda há uma ténue hipótese do operador conseguir dar a volta nos mercados emissores da Europa Continental, assim como da Escandinávia e manter a operação Thomas Cook. Mas é algo muito ténue”.As condições em que será feito esse eventual resgate não foram reveladas, mas para o grupo Four Views o ideal seria a continuação da marca: “Se é para fechar a Thomas cook e reiniciar com outra marca, não sabemos. A marca é bastante forte nesses mercados e para nós, com uma dívida, era importante que fosse a mesma marca para podermos recuperar alguma parte. Mas não sabemos o que vai acontecer”. Sérgio Costa também está preocupado com a possibilidade de propagação à subsidiária alemã, que opera directamente os voos semanais a partir da Alemanha, sete dos quais às quintas-feiras, através da Companhia Condor: “Neste momento sabemos que a do Reino Unido é falência completa. O que pode acontecer por contágio também é preocupante, a questão da Condor. Como está associada fica numa situação fragilizada, e sabemos que está a pedir apoio ao Governo alemão. Se assim for, o impacto será ainda maior, trazem clientes da Thomas Cook, como da Tui, de operadores de grupos… Ainda é mais preocupante”. O grupo Four Views tem contratos com a Thomas Cook para o próximo Inverno, de Novembro a Abril, bem como para o próximo Verão, de Maio a Outubro: “Estão feitos, mas valem o que valem. Se abrirem um processo de falência, ficamos sem qualquer tipo de possibilidade de reacção”. Nesse caso, acredita que haverá uma transferência de clientes de um operador para outro(s), facto que possibilitará ao grupo “recuperar algum share desses mercados”. Sérgio Costa não deixa de reparar, porém,  que “há, efectivamente, uma diminuição de voos para a Madeira e isso é extremamente preocupante”. Até porque, ao longo dos últimos anos vários operadores e companhias quebraram, mas a Thomas Cook é alarmante porque o impacto é mais significativo do que, por exemplo, “uma Monarch que, valendo o que valia, não tinha a expressão que este tem”. Com o cancelamento de um voo oriundo de hoje da Dinamarca, revela Sérgio Costa, houve clientes do Four Views que não chegaram à ilha e outros que não saíram: “Penso que amanhã essa situação fica resolvida, há essa garantia do operador. Da  Escandinávia, acreditavam que continuasse a voar hoje, mas como têm os aviões todos no chão devido à falência, não conseguiram continuar a operação. Temos estas duas situações que ainda não percebemos bem”.  Também Ciriaco Campus, director-geral do Hotel Reid´s, está apreensivo com as últimas notícias, sobretudo pela quebra que pode representar num mercado essencial como é o de Inglaterra: “Não tanto pelo impacto no negócio do hotel que, este ano, não estava muito forte com a Thomas Cook – e para o ano não temos nenhum contrato com este operador – mas pelo efeito das ligações de um destino importante como Inglaterra, porque vai, sem dúvida, limitar a acessibilidade à Madeira. Embora a Thomas Cook vendesse pouco directamente para nós, acabava por trazer clientes que também ficavam connosco. É uma grande preocupação sobre o futuro do destino”, confessa.O director-geral do Reid´s fica também receos sobre se a Condor poderá ser afectada por esta falência do operador britânico, porque nesse caso o impacto será mais negativo:;”Não podemos negar que não teremos consequências com a Thomas Cook, mas se for a Condor será bem pior”. No entanto, para já, diz não haver sinais para haver grande preocupação. É tempo sim, defende, de “pensar no que está a acontecer e tentar recuperar de alguma maneira, perceber o que fazer”. E sugere:“Nestes casos, é bom sentarmo-nos todos e pensar qual pode ser a melhor solução, sem ter a pressão dos acontecimentos, sem pânico. Pensar seriamente para tomar as medidas certas. É necessário tomar medidas. Está na altura das pessoas que percebem deste negócio, que têm voz para falar sobre, se juntarem para encontrar soluções. Algo tem que ser feito urgentemente Se estou a ver o cenário mais negro do que é, tenho todo o prazer de ser desmentido”, remata.Também o director do Four Views defende que é necessário fazer uma leitura do que está a acontecer: “Como destino pequeno que é a Madeira, tem alguma dificuldade porque tem uma massa critica muito pequena para tentar dar a volta. Mas temos uma TAP, uma Lufthansa, até uma EasyJet a voar. Se calhar, encontrar soluções com estas companhias aéreas. Acredito especialmente com a TAP, que consiga abrir algumas rotas de maneira a colmatar as que deixam de existir. A conjuntura não é muito risonha neste momento. Mas sou um optimista, contudo. Acho que os mercados se ajustam, mas levam o seu tempo. Essa é a parte crítica. Temos de nos preparar, dentro do possível, para algumas dificuldades que se adivinham”.  O DIÁRIO contactou os grupos Pestana e PortoBay, que ainda estão a analisar a situação e preferiram não comentar.   
+A A -A

Os mais...