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Operadores turísticos e agências de viagens desafiadas a divulgar 112

Companhias aéreas já dão exemplo
A Brussels Airlines exemplifica como se pode publicitar o número de emergência 112.

A Comissão Europeia e a Associação Europeia de Agências de Viagens e Operadores Turísticos (ECTAA) estão a pedir aos operadores turísticos, aos agentes de viagens e à sua associação europeia que promovam o número de emergência pan-europeu, o 112, nos respectivos sítios Web e bilhetes electrónicos, assim como nos principais destinos turísticos.

O Vice-Presidente da Comissão Europeia e responsável pela Agenda Digital, Neelie Kroes, declarou que as empresas de transportes estão já a ajudar, sendo agora a vez de os operadores turísticos e os agentes de viagens darem o seu contributo. "Os cidadãos europeus, onde quer que se encontrem na UE, devem saber que a ajuda está apenas à distância de uma chamada" refere.

Por seu lado, o presidente da ECTAA, Boris Zgomba, garante que a ECTAA apoiará a campanha da Comissão no sentido de sensibilizar ainda mais a população para o número de emergência 112. "É com agrado que estamos associados a esta campanha, uma vez que um número de emergência único aplicável em toda a União Europeia é extremamente benéfico para os viajantes – isto é os nossos clientes – que possivelmente podem não saber que número local devem marcar em caso de emergência quando viajam fora do seu país de origem", referiu.

O 112 é o número de emergência europeu, para o qual se pode telefonar gratuitamente a partir de telefones fixos e móveis, em qualquer ponto da União Europeia e na Suíça. O 112 liga a pessoa que telefona a um serviço de emergência (polícia local, bombeiros ou serviços médicos) e permite-lhe falar com um operador em várias línguas europeias à escolha. Está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. O número está agora operacional em todos os Estados-Membros da União Europeia, coexistindo com os números nacionais de emergência (como o 999 ou o 110). A Dinamarca, a Finlândia, Malta, os Países Baixos, Portugal, a Roménia e a Suécia decidiram, além disso, fazer do número 112 o seu único ou principal número nacional de emergência. Este número foi também escolhido por alguns países de fora da UE, como a Suíça, a Croácia, o Montenegro e a Turquia.

Resultados de um recente inquérito do Eurobarómetro Eurobarometer survey revelam que mais 5 milhões de pessoas do que há um ano conhecem o número de emergência 112.

Há um ano, os Vice-Presidentes da Comissão Europeia Neelie Kroes e Siim Kallas apelaram às empresas de transportes para que aderissem a uma iniciativa destinada a divulgar o 112 junto dos viajantes. Mais de 30 empresas e associações participaram na campanha. Assim, foram publicitadas informações sobre o 112 nos bilhetes eletrónicos, nas revistas de bordo, nos sítios Web das empresas participantes e através do contacto direto do seu pessoal com os viajantes.

 

 

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Os estados-membros da UE e o 112

De acordo com um relatório como cada Estado-Membro está a implementar o 112, importa reter vários indicadores:

  • 51% dos cidadãos da UE afirmam que telefonariam para o 112 em caso de emergência no seu próprio país, uma percentagem ligeiramente superior aos 47% de 2012.

  • Em cinco países, 50% ou mais dos inquiridos identificaram espontaneamente o 112 como o número a marcar para chamar os serviços de emergência em qualquer ponto da UE: Polónia (57%), Eslováquia (55%), Finlândia (54%), Luxemburgo (53%) e República Checa (50%).

  • A percentagem de inquiridos que telefonariam para o 112 no seu próprio país varia entre os 96% na Suécia e os 2% na Grécia.

  • As chamadas podem se feitas em inglês em 25 países, para além do Reino Unido, da Irlanda e de Malta.

  • 14 países (para além da Bélgica, da França e do Luxemburgo) estão preparados para responder a chamadas em francês: a Alemanha, a Bulgária, a Eslováquia, a Espanha, a Finlândia, a Grécia, a Irlanda, a Itália, a Lituânia, os Países Baixos, a Polónia, a República Checa, a Roménia e a Noruega.

  • A língua alemã pode ser utilizada em 12 países: Bulgária, Eslováquia, Espanha, Finlândia, Hungria, Itália, Lituânia, Países Baixos, Polónia, República Checa, Roménia e Noruega (para além da Alemanha, da Áustria, da Bélgica e do Luxemburgo).

  • No Reino Unido, os centros de atendimento de chamadas de emergência dispõem de serviços de interpretação que cobrem 170 línguas, ao passo que em França um serviço semelhante pode responder em 40 línguas.