Dormidas na hotelaria caíram 4,8% em Junho

Estatísticas oficiais divulgadas pelo INE

As estatísticas oficiais da hotelaria divulgadas esta manhã pelo Instituto Nacional de Estatística dão conta que em Junho a Madeira tve um dos piores desempenhos em Junho, quando comparado com o mesmo mês de há um ano, com quebra de 4,8% para 686,2 mil dormidas. Pior, a nível das regiões NUTS II, só as quebras dos Açores (-6,1%) e do Centro (-7,9%). A média nacional situou-se também numa quebra de 2,9% nesse mês.

"Os estabelecimentos hoteleiros e similares registaram 2,1 milhões de hóspedes e 5,8 milhões de dormidas em junho de 2018, correspondendo a variações de 0,0% e de -2,9% (+3,8% e +1,2% em Maio, respetivamente). As dormidas de residentes cresceram 3,4% enquanto as dos não residentes diminuíram 5,1% (+6,7% e -0,4% em Maio, respetivamente)", diz o INE.No caso da Madeira, as dormidas dos residentes baixaram 7,1% e a dos não residentes diminuíram 4,4%. No acumulado da metade do ano (Janeiro a Junho), a Madeira é a região que apresenta as maiores quebras nas dormidas (-2,9%), sendo que é acompanhada pelo Algarve (-2%) e pelo Centro (-1,1%). Todas as outras regiões registaram aumentos. Para os residentes regista-se na Madeira uma dimionuição de 1,3% e de não residentes uma quebra de 3,1%."A estada média (2,80 noites) reduziu-se 2,9% (-0,2% no caso dos residentes e -3,1% nos não residentes). A taxa líquida de ocupação-cama (59,8%) recuou 2,2 p.p. Os proveitos totais aumentaram 7,5% (+9,0% em maio), atingindo 376,7 milhões de euros. Os proveitos de aposentocresceram 7,8% (+10,4% em maio), ascendendo a 278,6 milhões de euros", frisa o INE num resumo da média nacional.Nos números da hotelaria na Região Autónoma a estada média foi, como habitual, a maior (5,26 noites) e manteve-se inalterada face a Junho do ano passado, enquanto a taxa líquida de ocupação-cama baixou 4% de 78,6% há um ano para 74,6% no último mês de Junho. Por causa disso, os proveitos totais diminuíram 0,3%, para 38,5 milhões de euros, embora os proveitos de aposento tenham crescido 0,5%, ascendendo a 24,1 milhões de euros, facto comprovado com o ligeiro aumento do rendimento por quarto dis+onível que passou de 54,9 euros para 55 euros.Neste particular do RevPAR, os Açores ultrapassaram a Madeira com um dos melhores rendimentos por quatro disponível, caíndo neste particular para quinta região. Lisboa (96,1 euros), Algarve (70,8 euros), Açores (de 54,6 euros 59,4 euros) e Norte (55,9 euros) foram as regiões que deixaram a hortelaria madeirense para trás no referido mês 
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