Reparos aos excessos da TAP motivam apenas estudo

Preços discutidos no arranque do LusoAvia

"A TAP tem sido um exemplo do que deve ser uma empresa em Portugal" embora não seja só virtudes. "Os preços  das viagens para a Madeira estão muito caros". O recado público foi dado ao CEO da TAP, Fernando Pinto,  pelo presidente do IPDAL e deputado na Assembleia da República, Paulo Neves,  durante o primeiro painel do Encontro Internacional de Aviação dos Países Lusófonos, o LusoAvia.

Paulo Neves decidiu abrir o parêntesis nos elogios, temendo perder o posto rapidamente se não fizesse reparo ao custo excessivos da viagens na rota da Madeira, dada a presença do DIÁRIO na sala, e sinalizou uma das imperfeições na companhia aérea portuguesa.

Fernando Pinto foi por nós questionado sobre a problemática que alega ser "recorrente mas preocupante" para garantir que, apesar de "não ter especificamente uma boa notícia", o assunto "tem sido estudado com todo o cuidado".  Refere que a TAP "tem entendido o problema". Mais, admite saber "que algo tem de ser feito e estamos com criatividade vendo o que é que pode ser feito, algum tipo de actuação diferenciada pelo menos nas grandes festas e nos períodos mais críticos, principalmente para os estudantes que acho que é um problema mais sério".Entende que de modo geral os residentes estão de certa forma protegidos, e que os casos mais críticos ocorrem com estudantes,  mas para já não tem soluções. "É algo que está a ser estudado mas não é para o ano que vem", refere.O LusoAvia é organizado em Lisboa por três empreendedores madeirenses - Frederico Fernandes, Luis Freitas e Ricardo Ruel - e conta com a participação dos presidentes das companhias aéreas da CPLP. Casos de Fernando Pinto, CEO da TAP, Joaquim Teixeira da Cunha, da TAAG e Marco  Pellegrini, da OGMA, que é detida pela brasileira Embraer.
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